Posterous theme by Cory Watilo

mais livros

Falando em livros,
partilho com vocês releases de dois títulos, "Textos clássicos do design gráfico" e "A fotografia como arte contemporânea",
gentilmente encaminhados pela Lívia, da Editora Martins Fontes.

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Título: Textos clássicos do design gráfico
Autor: Michael Bierut, Jessica Helfand, Steven Heller e Rick Poynor
Nº de páginas: 336 pp.
R$: 75,00 [preço sugerido]


Os ensaios desta antologia de textos históricos sobre design gráfico revelam o percurso multifacetado e polêmico dessa disciplina, que começou como arte comercial e se transformou em atividade altamente profissional e respeitável. Cada um dos textos desta obra lança luz sobre um instante, uma descoberta ou um debate significativos. Em manifestos, panfletos, artigos e textos de conferências, designers e pessoas que acompanham o design veem-se às voltas com as questões críticas do modernismo, do mercantilismo, da estética, do feminismo, do tradicionalismo versus progressismo e responsabilidade social. Esses trabalhos vibrantes e originais constroem uma moldura por meio da qual é possível compreender o desenvolvimento de um método visual que ajudou a definir a feição da comunicação e da vida cotidianas.

Os autores:
Michael Bierut é sócio da Pentagram, empresa internacional de consultoria em design,
é um dos organizadores das coletâneas Looking Closer 2 e Looking Closer.
Mora em Nova York.

Jessica Helfand é sócia da William Drenttel/Jessica Helfand, empresa de multimídia e mídia impressa,
é coautora de Six Essays (to 12) on Design and New Media.
Mora em Falls Village, Connecticut.

Steven Heller é diretor de arte sênior do New York Times e editor do AIGA Journal of Graphic Design,
é autor ou organizador de mais de setenta livros sobre design gráfico,
entre eles Design Dialogues, Design Literacy e Paul Rand.
Mora em Nova York.

Rick Poynor é editor-fundador da revista Eye, escreve sobre design e artes visuais.
Entre seus livros estão Typography Now: The Next Wave, The Graphic Edge e
Design Without Boundaries: Visual Communication in Transition.
Mora na Inglaterra.


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Título: A fotografia como arte contemporânea
Autor: Charlotte Cotton
Organizadores: Annateresa Fabris e Tadeu Chiarelli
Nº de páginas: 248 pp.
R$: 59,00 [preço sugerido]

Esta edição, a primeira da Coleção “Arte & Fotografia”, faz uma atualização da história da fotografia artística contemporânea,
com um capítulo sobre artistas que enfatizam as propriedades físicas e materiais da fotografia,
que usam esse meio como apenas um componente de sua atividade pan-midiática
ou que fazem experimentos com novos modos de propagação de trabalhos.

Incluindo artistas consagrados, como Isa Genzken e Sherrie Levine,
ao lado de uma geração mais jovem que conta com Florian Maier-Aichen, Anne Collier e Walead Beshty,
"A fotografia como arte contemporânea" sinaliza a durabilidade, a diversidade e a força da fotografia de arte no século XXI.

A autora:
Charlotte Cotton é a diretora de criação do Museu Nacional da Mídia do Reino Unido.
Anteriormente, foi curadora e chefe do Departamento Wallis Annenberg de Fotografia do Museu de Arte do Condado de Los Angeles,
diretora de programação da Galeria dos Fotógrafos de Londres
e curadora de fotografia do Museu Victoria & Albert de Londres.
Charlotte Cotton já foi curadora de diversas exposições de fotografia contemporânea
e é autora e organizadora de publicações como Imperfect Beauty [Beleza imperfeita],
Then Things Went Quiet [Então as coisas ficaram quietas] e Guy Bourdin.

Organizadores:
Annateresa Fabris - Historiadora e crítica de arte.
Professora do programa de pós-graduação em Artes da USP e pesquisadora do CNPq.
Tadeu Chiarelli - Diretor do MAC-USP.
Coordenador do Grupo de Estudos Arte&Fotografia - Depto. Artes Plásticas, ECA-USP.

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Isabelly Lima [@isabelly88 ] está sempre sugerindo títulos que podem te interessar.
Dá uma espiada nestes posts, no blog "Refletindo Moda" :: http://www.refletindomoda.com/search/label/dica de livro

Já as gurias do blog "Trapo" [Priscila e Fê Jaques], sugerem leituras numa seção que ganhou o bem-humorado
nome "Esmalte da Semana".
Confira aqui: http://www.trapo.com.br/?cat=324

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... e alguns links para quem procura bibliografia na área de moda:
10 livros de moda :: http://sempaleto.com.br/2010/03/19/10-livros-de-moda

Moda nas prateleiras :: http://blogs.estadao.com.br/moda/2010/08/20/moda-nas-prateleiras

Bibliografia geral de Mídia e Moda :: http://www.uff.br/grecos/bibliografiamidaemodafinal.htm

Links para baixar livros de Desenho de Moda :: http://ow.ly/2JIcI [via @Livia_Coimbra]

Revisão bibliográfica sobre Moda - em língua portuguesa :: http://ow.ly/2HNnA por Dorotéia Baduy Pires

Livros lançados recentemente, em evento realizado na Livraria Cultura, durante o Colóquio de Moda [em SP] ::
http://pensandoemmoda.posterous.com/moda-na-livcultura-dia-13-de-setembro-0

E 22 títulos que podem ser visualizados no google books ::
http://pensandoemmoda.posterous.com/-livros-de-moda-para-xeretar-um-pouquinho-0

"Imagens Errantes"

Se estiver por São Paulo, no dia 6 de outubro [próxima quarta-feira],
não perca o lançamento do livro "Imagens Errantes - ambiguidade, resistência e cultura de moda",
de Carol Garcia.
Haverá uma programação "intensa", com várias intervenções, artísticas e informativas [algumas presenças
serão verdadeiros desdobramentos do texto registrado no livro].

O evento é público e logo abaixo segue o convite, com endereço, horário...
O convite também está facebook, então, se quiser confirmar presença por lá, xeretar quem está confirmando participação...
eis o link: http://www.facebook.com/event.php?eid=111210388940313

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Por mais que goste de livros, acho sempre esquisito comentar ou recomendar algum - assim, por escrito.
Quando a sugestão aparece no meio de uma conversa, tudo bem.
Mas assim, sem saber o gosto de quem está do outro lado da tela...

Contudo, o "Imagens Errantes" eu indico com toda fé.
A escrita é leve, construída a partir de episódios vividos na dinâmica do ofício de uma "coolhunter" [no caso, a Carol].
Bacana porque mistura, na medida, informações "acadêmicas" [o livro é desdobramento da tese de doutorado]
e aquelas peculiaridades que saciam curiosidades mais... frívolas, por assim dizer.
É bem "diário de bordo" mesmo, com linguagem bonita e, ao mesmo tempo, acessível.
Pra ler de lápis e marca-texto em punho.

Gosto demais de livro assim: que conversa sobre moda [essa, que figura em cabides],
mas de maneira a ir bem além dos tecidos.
Aliás, a Carol Garcia fala bastante sobre tecidos, estamparia... mas de um modo que reinventa sentidos.

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Uma das principais referências de "Imagens Errantes" é o autor Norval Baitello Jr. [orientador de Carol],
cuja palestra marcou o início do VI Colóquio de Moda - que aconteceu em setembro, na Anhembi Morumbi.

Da fala de Baitello, fiquei com a palavra "iconofagia" presa na memória.
Vontade de saber bem-mais.
Carol Garcia acaba ilustrando as teorias de Baitello, estabelecendo exemplos que esclarecem, ensinam.
Instigam.

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o papo sobre livros me remeteu a um tópico do fórum "Idéias com Acento":
http://ideiascomacento.forumeiro.com/start-f1/top-five-livros-t14.htm
Livros de moda, livros de literatura...
Escritas que fazem a imaginação funcionar.

Fazer uma listinha com títulos-memoráveis, essa foi a proposta Priscila Vanzin.
Fiz a minha no rascunho do gmail, e ali ela assombra, incompleta.

Fica o convite para que outros deixem registro do livros-queridos lá no fórum.
Para escrever, é só fazer um cadastro, simples, rápido e indolor.

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Uns extras:
- Texto: "Admiráveis andanças entre chitas e gasosas: o mosaico movediço da rua 25 de Março", de Carol Garcia

- Artigos de Norval Baitello Jr.

 

Imagens_errantes

um não sentido

oi.
eu tenho problemas para escrever em público.
nudez demais.
ou recato?
porque é isso: ou vc se despe, ou se protege na máscara.
nada-contra-nenhuma.
o que complica é o equilíbrio.

coisa triste escrever um texto, olhar pra coisa, e se ver tão distante dali.
tão não era isso o que eu queria dizer...
mas, enfim, só pra falar um pouco de meu desconforto com a letra exposta.
a letra mostra.

tão subjetivas são essas fôrmas de sons, fôrmas pra colar idéias.
e cada um vai lendo, preenchendo o sentido com lembranças próprias.
digo "casa" e você vê a minha?
somos no plural, enxergamos no plural.

menos fôrma, mais conversa.
honesta.
com adjetivos onde cabem.
me maltrata o rococó, que acaba esvaziando palavras.
viram nada, repetidas repetidas repetidas.
como é que se escreve?

e também um pouco disto, da idéia solta, que fica sobrando.
assim mesmo, como veio ao mundo.
- por um texto menos revisado, a liberdade dos atos-falos -

converso contigo, que ainda está aí.

o tempo devora.
são tantas informações, tantos espaços, tanta gente.
tudo efêmero, tudo célere - o tempo impõe seu estilo.
nossa moda é a urgência, um coelho branco.
somos quem? somos quando?

e aí, nessa coisa incógnita do virtual,
nessas conversas que acontecem com vozes e imagens atribuídas pela imaginação,
tive uma sorte inexplicável.
encontrei pessoas com as quais partilho um tempo diferente, uma escrita demorada
- não pq excessivamente cuidadosa, mas pq frenética, contínua, de mil fôlegos -

com tanta coisa, pra todo lado, tenho cada vez menos paciência pra ler informação-seca.
sabe aquela, que oferece uns dados e tal, mas não chega nem perto de satisfazer as interrogações.

ver com mais calma, com mais humor.
sempre sem pré-conceitos [verdades não existem] e com absoluto respeito.

falar sobre o que?
quer sugerir uma "pauta"?
apresente.
expresse.

o convite vai para os seres-amigos.
ir deixando a conversa se experimentar além dos emails, pra ver onde vai dar.
sem centralizar lugar.
melhor aqui o contrário: ir conectando. ir tramando.
pra onde?
bom, isso a gente não sabe de todo jeito.
então, podemos elucubrar dentro das mentes ou experimentar umas catarses por aqui, no virtual.

é, é isso, uma coisa simples, antiga, como cartas com cheiro de gente.
aquela coisa que a gente lê, sabendo que não é monólogo.
percepções que nos ecoam.
ou reinventam nosso olhar.

procuro quem queira fazer da rede teia.
quem escreva sem razão.
sem pontos finais.
amanhã, seja quando for, a gente se vê.

- cheguei a lugar nenhum? começamos bem -

Lu Glaeser

Moda na @LivCultura :: dia 13 de setembro

Lançamentos + Autógrafos + Palestras
= Livros de Moda =

Data: 13/09 [segunda-feira]
Local: Livraria Cultura [Shopping Market Place]
Horário: a partir das 20h

Livro: Mancebos e Mocinhas
Autor: Mariana Tavares Rodrigues
Editora: Estação das Letras e Cores

A publicação de 'Mancebos e Mocinhas, moda e literatura no Brasil do século XIX' tem como objetivo a maior compreensão do início do consumo de artigos de moda neste período e as relações deste sistema com as particularidades da sociedade brasileira. Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Machado de Assis foram os autores estudados pela autora, que identificou em seus romances as informações relacionadas ao vestuário e à moda, regras, hábitos e valores culturais que nortearam o consumo da moda no período.

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Livro: Rumores Discretos da Subjetividade: Sujeito e Escritura em Processo
Autor: Rosane Preciosa
Editora: Sulina

Em 'Rumores Discretos da Subjetividade' a autora maneja uma escritura que mescla a reflexão e sonhos. Ela constrói uma narrativa nada linear, que de forma incansável, vai convocando estados de invenção de si mesma, revelando-se uma espécie de pesquisadora da existência em busca dos espaços e variações do pensamento. Trata-se de um texto para além da poesia, um poético do narrar na contemporaneidade.

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Livro: Mortes Vitorianas

Autor: Juliana Schmitt
Editora: Alameda

'Mortes Vitorianas' possui um relevo nos estudos históricos produzidos nas últimas décadas sobre esse assunto que tanto intriga a humanidade. O leitor poderá desfrutar e enfrentar o enigma de Thanatos, procurando desvendar as inesgotáveis vias que constituem o empenho humano de abordar o inabordável.

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Livro: Vestida para Espantar Gente na Rua
Autor: Miki W.
Editora: Estação das Letras e Cores

A história deste livro é de uma menina criativa que usava roupas diferentes - tão diferentes que acabava assuntando gente na rua, de tanto que chamavam a atenção. Vestindo-se e desvestindo-se, a pequena foi descobrindo a si mesma e percebeu que inventar novas formas de se vestir é uma gostosa brincadeira. Mostrando a formação de um clubinho onde as diferenças no ser e no parecer são bem aceitas, o livro convida os leitores a aceitarem o jeito como são, a aceitarem os outros como são e a conhecer uma forma divertida e criativa de olhar para as diferenças.

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Livro: Figurino Teatral e as Renovações do Século XX
Autor: Fausto Viana
Editora: Estação das Letras e Cores

A obra 'O Figurino Teatral e as Renovações do Século XX' busca resgatar o trabalho de criação de trajes cênicos de sete encenadores do século XX que de alguma maneira contribuíram para a renovação dos padrões de interpretação teatral. Os encenadores são - Adolphe Appia, Edward Gordon Craig, Konstantin Stanislavski, Max Reinhardt, Antonin Artaud, Bertolt Brecht e Ariane Mnouchkine.

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Livro: Vamos, Garotas! Alceu Penna, Moda, Corpo e Emancipação Feminina
Autor: Gabriela Ordones Penna
Editora: Annablume

Neste livro, a autora apresenta uma análise da coluna 'As garotas do Alceu' do artista gráfico brasileiro Alceu Penna, que através de seus desenhos representou o universo juvenil no Rio de Janeiro entre as décadas de 1930-1950. A obra de Gabriela Penna explora como o corpo e a moda na coluna, se aproximam da realidade social conservadora do período e de que modo se desvencilham dela em direção a um outro modelo de mulher.

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Livro: História da Moda no Brasil
Autor: Gilda Chataignier
Editora: Estação das Letras e Cores

'História da Moda no Brasil' apresenta mais de cinco séculos de história, sendo um guia completo para os que buscam dados específicos sobre as formas de vestir de uma determinada época proporcionando também uma leitura para quem opta pela sequência dos capítulos, numa cronologia que se inicia no século XVI e chega ao XXI. Marcam presença no livro explicações sobre tecidos, cores, as mudanças nos padrões corporais, a moda íntima, a moda praia, além da maquiagem, dos acessórios, dos sapatos, das jóias, e diferentes glossários da língua portuguesa, tupi ou de descendência afro que se misturaram em nossas formas de adornar e vestir o corpo. Para a autora a história da moda é também uma história com nomes e sobrenomes - estilistas, donos de boutiques, jornalistas, empresários do segmento, consumidores de destaque são apresentados e inseridos no contexto da produção e difusão da moda, de maneira a explicitar a relevância de cada um deles. Sejam as elegantes paulistanas na Belle époque e suas opções de consumo ou os estilistas que integraram o Grupo Moda Rio nos anos de 1970, entre tantos outros.

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Livro: Moda e Ironia em Dom Casmurro
Autor: Geanneti Tavares Salomon
Editora: Alameda

Este livro mostra que a ambiguidade presente em Dom Casmurro, de Machado de Assis, marca da ironia do autor, também está presente na moda. Esse estudo, desenvolvido pela autora Geanneti Tavares Salomon, revela que a moda pode ser vista dentro da perspectiva de Machado como uma estratégia de criação literária ao passo que colabora na construção dos perfis das personagens idealizados e manipulados por ele em função da trama da narrativa. A obra, além de contribuir para o entendimento da moda do século XIX, aproxima o leitor da relação moda e literatura. Através das descrições dos vestuários é possível perceber os primeiros passos da expansão capitalista global no final do século XIX, quando a sociedade de consumo ainda estava se formando.

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Livro: Mixologias - Comunicação e o Consumo da Cultura
Autor: Nizia Villaça
Editora: Estação das Letras e Cores

Sumário da obra - Introdução; 1. A questão comunicacional e a produção do sentido; 1.1- De Gutenberg ao ciberuniverso - leitores e internautas; 1.2- Comunicação, desfronteirização dos gêneros e estratégias identitárias; 1.3- A crônica e o consumo nosso de cada dia; 1.4- Muito além da minissaia; 2. Espaços periféricos - negociações midiáticas; 2.1- Centro e periferia - mão e contramão da moda; 2.2- O corpo periférico da velhice; 2.3- A expansão dar marcas e o DNA periférico; 3. Consumo e experiências comunicativas; 3.1- Um lifting comunicacional; 3.2- A expansão da comunicação e o paradigma antropológico - diferença e poder; 3.3- O corpo híbrido - interculturalidades; 4. O corpo - identidade e diferença; 4.1- O corpo carnavalesco - estética da exceção; 4.2- Os imageiros do contemporâneo - representação e simulação; 4.3- O corpo - do objeto ao abjeto; 5- Espaços da moda e produção de sentido; 5.1- O rio dos medos e dos prazeres; 5.2- Mixologias - ressemantização e produção de sentido; 5.3- Entre o épico e o dramático - identidades em tempos globais.